O Silver Wind
Saímos do Center Hotel de Reykjavík e seguimos para o porto. Fomos ao encontro do Silver Wind, um navio da Companhia de Cruzeiros de luxo e expedições Silver Seas, com especialização em áreas remotas como a Islândia, Escandinávia, Groelândia, Alasca e Antártida. São navios de Cruzeiros adaptados para turismo de expedição. Atraca em portos menores e mais difíceis, onde outros navios de cruzeiro não conseguem.
A Silver Seas
A Silver Seas tem sede em Mônaco, onde foi fundada em 1994. Hoje, pertence ao grupo Royal Caribbean. O seu primeiro navio foi o Silver Cloud. Embarcamos no Silver Wind. Inaugurado em 1995 e que se tornou o segundo navio da Silver Seas. É “irmão gêmeo” do Silver Cloud, o primeiro do grupo.
Navegando pelas regiões polares
Chegamos ao navio e o check in estava pré-pronto. Fizemos apenas a conferência de documentos e seguimos para um reconhecimento do navio. O Silver Wind passou por uma grande reforma em 2018 e outra em 2021 que modernizou o seu espaço interno e reforçou o casco para se tornar um navio quebra-gelo, o que tornou possível seguir para os Oceanos Ártico e Antártico, nas regiões polares.
Passageiros X Tripulantes – Um para um
O navio possui cabines confortáveis e capacidade para 296 passageiros. Navega com 212 tripulantes de 47 nacionalidades diferentes. Predominam africanos e filipinos. A relação de tripulantes para passageiros é de quase um para um, o que garante um serviço personalizado e impecável. No comando do entretenimento, a simpática inglesa Chlóe e dois músicos brasileiros. O excelente guitarrista e cantor baiano Igor e um pianista carioca.
Um mordomo à disposição
Todas as cabines são bastante confortáveis e possuem um mordomo à disposição. Quando chegamos em nossa cabine, recebemos um casaco apropriado para o frio polar, além de uma mochila com garrafa térmica para os programas em terra. Possui três bons restaurantes, com bebidas liberadas e cardápio a “la carte”. Os bons vinhos completam o serviço.
Os Zodiacos
A estrutura do Silver Wind conta com 24 botes de grande porte, para conduzir os passageiros desde o navio até a terra firme, em locais onde não existam portos de atracação. São os Zodiacos. São barcos confortáveis e que ficam à disposição dos hóspedes enquanto acontecem os programas em terra.
O programa do Silver Wind na Islândia
O programa do Silver Wind na Islândia era uma excursão completa de navegação ao redor da ilha. Partia de Reykjavik pela costa oeste, passava pelos fiordes do norte e tomava o rumo do sul, passando pelos fiordes da costa leste. Depois se afastava da Ilha da Islândia e seguia até o arquipélago das Ilhas Faroe, que pertencem à Noruega, no meio do “caminho” entre a Islândia e o continente europeu. Seguia para a costa sul da Islândia e finalmente retornava a Reykjavik, onze dias depois da partida.
Em busca das áreas remotas da Islândia
O cruzeiro saiu de Reikjavik, passando por: Stykkishólmur, Ilha Flatey, Bolungarvik e Ilha Vigur, Husavik, Eskifjordur, Djupivogur, Ilhas Faroe, Thorklakshofn, Vestmannaeyjar e retornou a Reikjavik.
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